A Prefeitura de Várzea Grande lançou o projeto “VG Santo Peixe”, que garante a venda de 15 toneladas de pescado com inspeção sanitária a preços acessíveis. A ação acontece de 16 a 18 de abril, em cinco pontos da cidade, e tem como objetivo atender à alta demanda durante a Semana Santa — período em que cresce o consumo de peixe, especialmente na Sexta-feira Santa, por conta da tradição cristã de abstinência de carne vermelha.
O projeto é executado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável (SEMMADRS) e foi planejado para assegurar qualidade, segurança e preços justos para a população.
Peixe barato, inspecionado e licenciado
Com a comercialização autorizada por meio de licitação, o Município garante o controle de preços e a segurança alimentar, com todo o pescado passando por rigorosa inspeção sanitária.
“É um compromisso da gestão municipal oferecer alimento saudável e com preço justo nesse período tão importante para a população”, afirmou o secretário Ricardo Amorim. “É uma ação que respeita os critérios de segurança alimentar e leva dignidade à mesa do cidadão várzea-grandense”, completou.
Onde comprar peixe em Várzea Grande
Os peixes serão vendidos em cinco pontos estratégicos da cidade:
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Praça da Prefeitura de Várzea Grande – Av. Castelo Branco, 2500, Centro Sul
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Praça do Jardim Glória II – Rua Lara, bairro Jardim Glória II
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Praça Áurea Braz – Rua Ary Paes Barreto, bairro Cristo Rei
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Rotatória do bairro Santa Isabel – Av. Senador Filinto Müller
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Praça Jardim Imperial – Av. Chile, s/n, bairro Jardim Imperial
Tambatinga e pintado com preços a partir de R$ 21,65
Entre as espécies ofertadas estão tambatinga e pintado, com diversas opções de cortes e preços populares. Confira alguns valores:
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Tambatinga eviscerada e escamada – R$ 21,65/kg
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Tambatinga sem espinha – R$ 29,69/kg
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Tambatinga em bandas – R$ 37,38/kg
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Filé de tambatinga – R$ 56,71/kg
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Ventrecha de tambatinga – R$ 41,46/kg
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Pintado inteiro – R$ 40,78/kg
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Posta de pintado – R$ 48,76/kg
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Filé de pintado – R$ 59,92/kg
Apoio à economia local
Além de oferecer alimento com qualidade e preço justo, o projeto movimenta a economia local, gerando emprego e renda para comerciantes e produtores licenciados.
“Estamos buscando manter a tradição da Semana Santa com responsabilidade, incentivando a segurança alimentar e fortalecendo a economia local”, concluiu o secretário.
A expectativa é que milhares de famílias sejam beneficiadas pela iniciativa ao longo dos três dias de venda.















